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Justiça tomou ação contrária à vontade popular e goleiro Bruno se deu bem

Ex-atleta ganhou bolada na justiça mesmo depois de crime cometido

A carreira do goleiro Bruno foi coloca em xeque em 2010, após ser condenado por envolvimento no assassinato e desaparecimento de sua ex-namorada, Eliza Samudio. Embora tenha sido sentenciado a 22 anos de prisão, o ex-jogador foi libertado em 2017. Nesse ínterim, o mandante do crime conseguiu apoio financeiro na justiça devido ao uso de sua imagem sem autorização.

Sobretudo, a Editora Record lançou o livro ‘Indefensável – O Goleiro Bruno e a História da Morte de Eliza Samúdio’, com a imagem do arqueiro estampada na capa. Alegando não ter autorizado a utilização de sua imagem na obra, o ídolo do Flamengo se juntou a seus advogados, que pediram R$ 1 milhão em forma de indenização. 

Comprovando os fatos, Bruno venceu a batalha judicial, cabendo ao juiz Luiz Cláudio Silva Jardim Marinho reconhecer o uso indevido da imagem perante a editora. Porém, as cifras solicitadas pela defesa do condenado não condiziam com a realidade do processo. Dessa forma, o montante depositado na conta do ex-jogador foi de apenas R$ 30 mil.

Buscando se isentar do processo, a Editora Record utilizou sua defesa para apaziguar a situação. Em síntese, os advogados explicaram que a utilização da imagem do goleiro Bruno foi autorizada pelo fotógrafo responsável, Alexsandro Ligório. Apesar da tentativa, o juiz do caso optou por credibilizar a responsabilidade sob a distribuidora da obra. 

Goleiro Bruno quase voltou a atuar na Série A

Em entrevista cedida ao ‘Podcrê Podcast’, o goleiro pegou a todos de supresa ao revelar proposta do Vasco após sair da prisão. Com Eurico Miranda na presidência do Gigante da Colina, Bruno foi contatado para vestir a camisa do rival do Flamengo, mas os planos foram frustrados após a justiça remover seu habeas corpus.

“Comecei a receber várias ligações de vários clubes, vários convites… e do nada apareceu uma ligação do Rio de Janeiro e eu atendi, era o Eurico, me fazendo a proposta para ir para o Vasco. Eu iria para o Boa Esporte, de Varginha, ficar quatro meses por causa da pressão midiática. Quem fez toda a negociação foi o Vasco, por isso eu fui parar no Boa Esporte, por isso que eu aceitei. Tinha o Goiás me querendo (…) O acordo só fecharia se fosse o Boa Esporte. E não deu certo porque cassaram meu habeas corpus e eu tive que ficar mais dois anos na cadeia”, disse o goleiro Bruno.

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